segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Parte I

Antes de mais nada: Clarisse, Maitê, Mussolini. Somos todos irmãos.

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Mini-seqüências, PARTE I:

Sujeito 1 anda pela rua distraído. Ele pensa na vida enquanto anda. Em seu ipod Sujeito 1 ouve Guns n' Roses, afinal, o show se aproxima. Sujeito 1 não pensa em nada agora. Ouve música, sente a música, mas não pensa. Sujeito 1 está perto da rua, pois ele está pensando em atravessá-la. Sujeito 1 está de costas para o trânsito. Sujeito 1 está na linha entre a calçada e a rua. Por acidente, Sujeito 1 tropeça no meio-fio e invade a rua catando cavaco. Um carro que vinha logo atrás desvia de Sujeito 1, porém o motorista do carro perde o controle e bate numa árvore em cheio. Sujeito 1 está salvo, mas Sujeito 2, o motorista do carro, provavelmente está gravemente ferido ou morto. A ambulância chega posteriormente e constata: Sujeito 2 está morto.

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PARTE II em breve. E com muito AMOR.

Todo o AMOR do mundo para vocês.

Oi

Oi, tudo bom?

Eu sou o amor, vocês tem que me amar.

Eu amo vocês. Vocês tem que me amar.

Vamos enfiar o pau num açai? Vamos, vamos?

Vocês tem que me amar.

Vocês tem que me amar.

Vocês tem que me amar.

Eu amo vocês.

Eu amo vocês.

Eu amo vocês.

Vocês tem que me amar.

Vocês tem que me amar.

Vocês tem que me amar.



Amor pra vocês

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Vamos mudar o nome do blog

Eu não ia escrever esse texto. Estou desde sexta-feira com ele na cabeça. Agora, quando volto de um bloco de rua, resolvo escrevê-lo.

A questão do Amor F.C. é o desamor. Tudo está girando contra o amor. Ataques pessoais, cobranças inapropriadas, insatisfação de alguns blogueiros. Foda-se isso.

Aos últimos posts do Brito, só tenho uma coisa a dizer: recicle-se. Prometemos não fazer mais posts internos. Não coloque músicas, e sim pensamentos. Ao Moreira eu digo que ele sempre se enganou com relação a mim. Eu não sou intelectual. Nunca disse ser intelectual, muito menos me fiz passar por intelectual. Eu não gosto muito de intelectuais, pois é muito tênue a linha entre intelectuais-intelectualóides. E eu não gosto de blablablá. Essa é uma quase resposta para uma quase babaquisse.

O blog está afundando. Ou não. Pensando por outro lado, podemos estar iniciando uma terceira fase, uma nova era. A pena é que nossos seguidores e nossas visitas aumentam a cada semana, e eles não merecem posts escrotos. Estou com planos para as próximas semanas, talvez antes dos carnavais. Sou artista. Artista de verdade quer agradar seu público. E é isso que eu vou fazer.

Eu não sou intelectual, não me cobrem isso, pois. Eu não sou gênio. Ninguém no blog é. Alguns têm raros momentos de genialidade, mas é só.

Vamos mudar o nome do blog ou voltar com o AMOR F.C.

Moreira fala que Brito é fascista. Eu concordo. Brito fala que Moreira acha que o blog é dele. Também concordo. Então eu acho que já podemos parar por aqui.

Amor, Amor, Amor, Amor. Só assim poderemos nos curar.

Outro parágrafo...

Meu nome é Gustavo Alves. Eu sou superior a você... Agora... sei lá... eu vou escrever um texto incrivelmente chato, e incrivelmente longo, mas incrivelmente chato... sei lá... você, obvio, não vai entender – porque eu sou SUPERIOR a você... mas MUITO superior... muito mesmo.

Outro parágrafo...

Esse texto podia ter só um parágrafo, mas vou fazer 20 só porque eu sou superior a você. Esse texto já está absurdamente chato... mas fique calmo, porque ele ainda continua, continua, continua...

Outro parágrafo...

Eu não sei se você já entendeu, acho que não. Mas confie que eu sou superior a você. Na verdade, eu sou superior a 99% das pessoas. Então, não fique triste, porque você não está só... eu apenas escrevo pra tentar fazer você compreender isto... mas é difícil pra você.

Outro parágrafo...

Esse texto era pra ter acabado naquele parágrafo lá de cima – o primeiro – ele está ficando longe né? Você já percebeu que você é inferior? Na verdade, acho que você nunca vai perceber, porque no dia em que você percebesse, você não seria tão inferior assim, e de repente, você seria igual a mim... é por isso que ainda vou escrever ainda mais.

Outro parágrafo...

A minha questão é sempre essa, mesmo falando sobre futebol, areia na vagina, ou sei lá..

Outro parágrafo...

Sei lá... mesmo assim, eu sou um cara legal, viu?

Outro parágrafo...

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Monólogo I

"They've been spending most their lives

Living in a pastime paradise", Stevie Wonder.

Bem, é... Sei lá... Não é que eu seja, assim... Tipo um escritor... E também não é nada de importante... Ah... É só algo que me veio sem mais nem menos... Não sei, não sei... Quero dizer, eu só não acho que seja só estética... Estética no sentido... Não é como se eu soubesse... Estética tipo filme, música... Coisa de arte... Quadro. Monet... Enfim, eu... Eu não acho que isso seja uma coisa de arte... Só. E eu pensei meio que, bláu... Veio assim... Mas... Não foi como se fosse um... momento existencial, hora da verdade ou tipo... Como se eu estivesse passando por uma grande crise. Eu não tô. Eu tô mais ou menos bem... Mais ou menos... Feliz com a... Enfim, eu tava saindo do cinema, num táxi, com a minha mulher... O filme era... Eu esqueci o nome do filme. Quero dizer, eu não esqueci. Eu sei qual era. Eu só tô dizendo que eu esqueci, porque não é importante. Acho que não teve nada haver com o filme... A questão é que...

Enfim, eu tava no táxi... Tava tocando uma música. Eu também nem lembro qual era a música. Mas não como “eu não me lembro do filme”, eu realmente não lembro do filme... Quero dizer, da música que tava tocando. E... deviam ser mais ou menos umas onze, onze e meia... Meia noite talvez... Por aí, qualquer coisa. Isso também não é importante. A minha mulher tava falando. Ou ela não tava falando nada. Ou o taxista tava falando alguma coisa. Eu não tava prestando atenção.

Não é como se eu tivesse pensando em algo antes. Algo... Algo... Sei lá... Foda... Quero dizer, eu não lembro no que eu tava pensando. A coisa me veio assim sem mais nem menos. E não é como se eu fosse um desses ou algo... Eu não leio um romance desde o segundo grau... Tem quase uns. Tem uns dez anos isso. Mais ou menos... Não é como se eu me importasse.

Eu realmente não me importo.

Eu vou ao cinema de vez em quando. Mas, enfim... Eu não sei porque me surgiu essa questão meio que estética... Quero dizer, essa questão que eu acho que não é estética... Acho que parece que é, mas não é. Não é sô de arte... Ou algo assim... Acho que não tem nada haver, mas isso ficou na minha cabeça e agora eu...

Enfim, eu tava lá olhando pra fora e, sei lá, talvez isso tenha algo haver com o filme, e eu pensei que “porra, se o carro bater e a minha mulher morrer”... Quero dizer, não... Não é como se o fato de ser a minha mulher fosse importante. E eu... Quisesse... Tentar dizer... que eu, no fundo, no fundo, quero que ela morra... Não é isso. Mesmo se o taxista morresse. Tipo o... O táxi bate e o taxista morre, eu fico vivo, a minha mulher também... E nem era esse exatamente o exemplo que eu pensei na hora... Na hora, eu pensei algo “se o mundo acabar, se”...

Não sei, qualquer coisa. Você descobre que o filho de um amigo morreu ou que a sua mulher tá grávida... Eu realmente não consigo me lembrar o que eu pensei na hora. Mas também não é importante. É só que se algo desses momentos assim... Tipo, esses momentos... E não é como se eu fosse alguém muito (ele faz gestos espalhafatosos) emocional...

Também não sou nenhum Bjorn Borg... Não sou nenhum Senhor Gelo... Chamavam esse cara disso, eu acho... Ele jogava tênis. Eu nem gosto muito de tênis. Mas esse cara era considerado bom, porque ele parecia que não sentia nada...

Mas, enfim, não é isso...

Quero dizer, se algo bizarro acontecesse: você acha que viu um E.T, alguém morreu na sua frente, você viu um homem sendo espancado... Não é como se você não fosse sentir nada. Você obviamente vai sentir algo. Mas eu pensei que se o táxi batesse e a minha... Ela ou o taxista. E, de todo jeito, eu ficasse vivo. Eu pensei que eu não ia ter nada de muito bom pra dizer. Ou mesmo se eu tivesse morrendo e a minha mulher tivesse me escutando...

Não é como se eu quisesse ser poeta ou como se eu achasse que eu tenho que ser muito original o tempo todo. Não é isso que eu quero dizer. Mas meio que se eu tivesse que ir para o hospital ver alguém que tá mal, morrendo, ver alguém que teve um acidente, alguma desgraça, uma queimadura... Ou mesmo se eu... Se eu tivesse morrendo... Eu acho que eu não teria nada de muito bom para dizer. Não é que eu fosse ficar tipo: “foda-se, foda-se”... Gelo.

Senhor Gelo.

Poderia meio que ser o fim do mundo, ou o leito de morte de alguém, o meu leito de morte ou o leito de morte da minha avó ou um tio que..., a morte do meu cachorro, um gato ou do cachorro de alguém ou uma coisa alegre, alguém que ganhou um prêmio, comprou um carro, um... Eu realmente pensei que eu não teria nada de muito bom para falar... E eu...

Enfim, não sô nenhum desses caras de arte... Isso veio, assim, na minha cabeça e eu acho que esse não é um problema estético... Só estético. Não é como se eu quisesse poder ser... Capaz de dizer algo de muito bonito. Ou só tô dizendo que eu não teria... Eu até já vivi momentos assim... Alguns... Também não é como se tivesse acontecido alguma grande tragédia na minha vida... Fui a alguns enterros como todo mundo. Mas eu realmente acho que eu nunca disse nada de decente nessas horas e eu meio que comecei a pensar que também ninguém disse.

Ninguém, sei lá, que eu conheço. Não, ninguém, ninguém. Alguém já deve ter dito, eu acho... E eu não tô querendo dizer que alguém deveria dizer ou que... Essa coisa piegas do... Do... É “impossível dizer”... Ou “não consegui falar, porque tava emocionado”... Não é isso... É só que eu comecei a pensar que não tem muita... Quero dizer, eu não sei bem qual seria a diferença entre o que eu taria sentindo e o que eu ia dizer e eu acho que eu não ir dizer grande coisa, então, eu também não ia sentir...

Quero dizer, eu comecei a pensar que eu não ia dizer nada de muito bom, então, eu também acho que eu não ia... Sei lá, sentir nada de muito... Tipo... O mundo acabou. Você ficou vivo. Eu acho que eu não tenho nada de muito decente pra dizer sobre isso... Você vai acabar falando uns clichês que você viu num filme e talvez o filme que eu vi naquele dia, tenha me feito pensar nisso... Você viu um sujeito sendo assassinado na sua frente... E você vai falar uma lenga, lenga qualquer... Não sei...

Quero dizer, se eu visse um sujeito sendo assassinado, se eu tivesse bêbado, se uma prima minha se matasse, se, sei lá, eu não acho que eu realmente conseguiria dizer algo de muito legal... Legal, no sentido de... Porra, acho que eu falaria alguma coisa escrota... Um clichê meio escroto, meio piegas. “Isso passa”, “não fica assim”, “vá em frente”, “é, não é mole não”, ou “legal”, “que bom”, “foda”... Ou, não sei...

Como quando, você vai dizer “feliz aniversário” pra um parente distante... Eu nunca sei bem o que dizer... Eu digo algo como “tá ficando velho, hein?”... Não sei. Eu só não acho que isso seja só estética...

Não sei.

Eu acho que eu só tô falando que... Como se eu tivesse dizendo sempre coisas como “tá ficando velho hein” e só... Mas não como se eu tivesse dizendo só porque é uma momento formal e eu não conheço bem as pessoas... Não, não é isso. Mesmo, não sei, com conhecidos, amigos, família... Eu também... eu sinto que eu também não ia dizer nada de muito diferente disso... Eu diria isso aí... Algo como isso aí mesmo. Eu acho que eu falo coisas assim o tempo todo: “tá ficando velho, hein?”, para todo mundo, mesmo pras pessoas próximas... Meio que a mesma ou quase que a mesma coisa que algo assim... E eu sempre não tô falando quase nunca nada de muito...

E isso meio que me deixou meio assim, por um tempo... Mas eu realmente não acho que seja nada de muito importante... Não sei... Não é como se eu tivesse mudado depois disso... O meu cotidiano, nesses últimos dias, foi meio que o mesmo...

Eu também nem acho que alguém como, sei lá... Alguém famoso... Tipo aquele cara que escreveu o Código da Vinci ou... Não sei se eles diriam algo de muito genial o tempo todo... Acho que não... Eu só comecei a pensar que eu só conseguiria dizer algumas coisas meio... Sei lá... Porra, o mundo acabou, alguém morreu, você viu um tornado... E poderiam ser coisas boas também... Você ganhou um aumento... Coisas assim.

Não precisa nem ser coisas tão exageradas... Sei lá, você tá andando na Praça de São Marcos, em Veneza; não sei, você tá andando na 5ª avenida pela primeira vez... Qualquer lugar, assim, meio foda... Mesmo se fosse algo assim: sei lá, o Louvre, o Big Bang, a sua lua de mel..
Eu só acho que eu realmente não diria, eu acho que eu não disse nada de muito bom vendo esses lugares. Eu acho que eu sempre digo uma coisa assim meio merda... Quero dizer, eu diria que eu tô sentindo... Não sô nenhum Senhor Gelo... Eu taria sentido, mas, enfim... Eu diria algo meio bomba e isso seria quase que a mesma coisa que eu ia sentir, eu acho...

Não sei...

Mas isso me deixou meio assim, meio que, porra...

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

My Space

Agora o "Caos" tem Myspace !!!

Ouçam!

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

I´m back in the village

Estou de volta ao vilarejo.




O blog completou um ano. Faço uma retrospectiva.

O blog teve basicamente duas fases: 1. "Futebol" e 2. Caos.

Elas podem ser resumidas assim:

1.

A pretensão dos membros originais (companheiros Brito, Viegas, Ferreira, Zé e outros) era falar sobre futebol.

A minha pretensão nunca foi falar sobre futebol. Eu fingi que eu estava falando sobre futebol, mas, na verdade, eu nunca falei sobre futebol. A minha pretensão era fazer algo sem pretensão. A minha pretensão era fazer humor. Eu estava meio cansado da literatura e queria usar a minha verve humorística. Eu tentei fazer isso a partir da Teoria dos times ou Teoria das 4 forças. Existem 4 posições em relação a vida: 1. Botafogo (depressão), 2. Fluminense (fascista), 3. Flamengo (fanfarra), e 4. Vasco (VERDADE: virada e amor). Todos os meus posts giram em torno dessa Teoria dos times. Eu a acho bem engraçada. O número de piadas que você pode mandar a partir disso é infinito. Exemplo: a teoria dos times também pode se tornar uma Teoria das vaginas. Existem 4 tipos de vaginas: a vagina melancólica (Botafogo), a vagina costurada (tricolor), a vagina fanfarrona (Flamengo) e a vagina verdadeira (Vasco). Enfim, eu escrevia meio dogmaticamente sobre isso, as outras pessoas reagiam. O blog era isso.

Eu falava sobre a Teoria dos times.

Eu falava sobre a essência dos times.

Eu coloquei as aspas em "futebol".

Isso começou a me cansar. Era engraçado. Mas quando a discussão começava a ficar interessante, o fundo dogmático da Teoria dos times me incomodava. O humor tem um limite. Ele sempre precisa de um fundo de reconhecimento conservador. Eu tinha esse fundo conservador na Teoria dos times. Mas isso começou a me incomodar. Então, eu destruí a Teoria dos times. Isso foi como jogar areia nas vaginas dos companheiros Brito e Viegas. A vagina costurada tricolor de Ferreira já tinha parado de escrever. E nunca podemos contar muito com as vaginas melancólicas dos demais membros. Mas isso foi como jogar areia nas vaginas de Brito e Viegas. A partir daí, eles começaram a ficar com areia na suas vaginas.

Começou a segunda fase do Amor.

2.

A minha pretensão começou a ser escrever Instruções para cena. A minha pretensão era pretensiosa. Voltei para o trágico. Os demais membros do blog não tinham pretensão. Eu meio que os obriguei a aceitar a mudança e eles foram aceitando, mas sempre com areia nas suas vaginas. Eu chamei dois novos membros para escrever coisas que tivessem mais de acordo com o que eu estava fazendo agora: AmandAmor e Biolchini. Os membros antigos nunca gostaram muito deles. A areia começou a entrar fundo nas vaginas de Brito e Viegas. Eles simplesmente resolveram não dialogar com os membros novos. Eles simplesmente não comentaram nada que os membros novos escreviam. Isso foi a coisa que mais me incomodou no blog. Brito e Viegas não tem atitude intelectual. Eles querem ficar nos seus pequenos quadrados cheios de areia nas suas vaginas. Pense: uma vagina cheia de areia é uma vagina de difícil penetração. Mesmo um pau de cacos de vidro tem dificuldade de penetrar. Eu tentei lubrificá-los intelectualmente, mas eles tinham muita areia nas suas vaginas. Eles não queriam se abrir para o Outro. Brito simplesmente expulsou Biolchini, Viegas escreveu algumas idiotices sobre AmandAmor... Enfim, a coisa ficou mais centralizada em mim, porque eu era o único que dialogava com todo mundo. O ponto positivo dessa fase foram as homenagens. Eu adorei fazer as homenagens. O blog ficou bem deformado. A disparidade entre os posts ficou bem alta. Eu coloquei algumas coisas de ópera também. O blog atirava e ainda atira para todos os lados. Um caos.

Enfim, eu viajei, fiquei um mês sem escrever, Viegas foi o único que teve amor pelo amor e continuou a escrever na minha ausência. O fato dos demais membros não escreverem sem mim me irritou consideravelmente.

Então, o que vem agora, eu não sei...

De todo jeito, I´m back in the village.

A questão é: PARA ONDE VOCÊS ACHAM QUE O AMOR DEVE IR?

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Voltando

Hoje foi dia de praia, sol, cerveja, MORCEGOS de volta ao país, amigos de volta à atividade comum. Eu gosto de PRAIA, e hoje, na PRAIA, reforçamos nossa alegria em ser FUDIDOS.

Vocês tem de ter alegria em serem FUDIDOS. Vocês sabem que "serem FUDIDOS" persegue vocês.

Mudando de assunto, fla-flu foi 5x3. Celebração do Império do Amor. Celebração de tudo que há de mais bonito no futebol. No maracanã, percebi que eu poderia ter ido embora depois do empate. Para mim bastava. A vitória foi uma conseqüência feliz do SER-CUCA-FLUMINENSE. Foda-se, os três pontos não me importavam.

Medo Cast falará sobre conspiração. Rodrigo Viegas, do Amor F.C., conhecido como eu mesmo, participará.

=p

domingo, 31 de janeiro de 2010

Almoço de Família

Agora eu vou falar:

- Me passa a água, por favor.

- Com licença, eu vou ao banheiro.

- Está bom, o bife.

- Alguém me passa o azeite, por favor.



Falei pra vocês

Dois



Amor pra vocês